Olho para o mar,
perco o horizonte!
Mar imenso
que nos distancia,
mas não nos afasta!
Nosso amor
conhece o mar,
navega nele
todos os dias
da nossa vida!
Não haverá
naufrágio
e chegará a bonança,
as águas acalmarão,
e o meu coração,
liberto da tempestade,
esperará com esperança,
o dia
em que o mar imenso
nos aproximará,
para sempre,
para sempre, meu amor!
José Manuel Brazão
Onde as palavras dos outros se reunem às nossas num espaço de silêncio e reflexão
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terça-feira, 17 de dezembro de 2013
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Amor calado (Vida)
Vivo no silêncio,
a chama deste amor,
amor calado!
Vivo este amor,
com o coração
cheio de paixão.
de angústia,
de sonhos.
Como um pássaro,
voo alto
não sabendo
para onde vai
este amor,
amor calado!
Desço à terra
paro e penso
neste amor intenso:
vejo-a vestida de amor,
linda e elegante,
sorrindo,
por este amor calado
cheio de palavras
de gestos e afectos...
(José Manuel Brazão)
Vivo no silêncio,
a chama deste amor,
amor calado!
Vivo este amor,
com o coração
cheio de paixão.
de angústia,
de sonhos.
Como um pássaro,
voo alto
não sabendo
para onde vai
este amor,
amor calado!
Desço à terra
paro e penso
neste amor intenso:
vejo-a vestida de amor,
linda e elegante,
sorrindo,
por este amor calado
cheio de palavras
de gestos e afectos...
(José Manuel Brazão)
terça-feira, 16 de junho de 2009

Os meus silêncios
Com um sinto-me bem,
com o outro lido mal.
O silêncio que me rodeia,
perturba-me:
pelo desapego,
pela indiferença
e quase
pela não existência.
Mas eu existo!
Enquanto não descobrirem:
quem sou,
porque sou
e para o que vim,
com este silêncio lidarei mal.
Conforto a minha existência
com o outro silêncio,
o silêncio interior!
Aí se juntam o amor e o coração,
havendo sintonia,
com outros seres de Luz,
que provocam em mim,
com persistência,
paz e harmonia.
Nem que seja por instantes,
alimenta-me a Alma;
ganho forças para continuar,
o meu caminho,
este longo Caminho...
(José Manuel Brazão)
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Vejo a luz do Sol
Tanto pedi,
que Ele ouviu;
o que era uma tormenta,
passou a serenidade.
Precisei de tempestade,
para ver a luz do sol,
como há muito não via!
Só os desencontros
nos levam aos encontros:
connosco!
Quero a essência do amor,
para os que me amam,
os que se aproximem,
de mim...
Não quero confusões,
apenas emoções
e tudo, mas tudo,
que me faça viver,
com alegria a vida,
vendo a luz do Sol,
com Verdade...
(José Manuel Brazão)
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